Celulares funcionam, e muita gente prefere. Mas nem todo mundo quer segurar uma tela acesa durante um culto inteiro, e nem todo mundo tem um celular para segurar. O MulingDisplay coloca a tradução na tela para a qual a sala já está olhando.
Quando a tradução só vive nos celulares, as pessoas que precisam dela são as que olham para baixo. Numa tela, todo mundo olha para o mesmo lugar, e isso é um tipo de inclusão mais silencioso.
Convidados mais velhos, crianças, alguém cuja bateria acabou, alguém que deixou em casa. Uma tela não pede nada de ninguém. Eles simplesmente leem.
Se as palavras estão lá em cima para todo mundo, precisar delas não é um sinal. Quem lê e quem ignora parecem exatamente iguais.
Nada para distribuir na porta, nada para recolher no final, nada para carregar no sábado à noite, nada que some.
Divida a tela em até quatro áreas. Cada área faz seu próprio trabalho, e você decide o que vai onde.
Não há equipamento para comprar nem nada para alugar. Se um navegador consegue chegar à tela, ela consegue mostrar o MulingDisplay.
Mais de uma tela ao mesmo tempo é tranquilo. Um salão pode rodar dois idiomas no projetor principal e um terceiro num monitor na lateral, onde aquele grupo costuma sentar.
Um santuário escuro e um auditório escolar claro precisam de configurações diferentes, e uma tela a dez metros precisa de texto maior que uma no fundo de uma capela pequena.
Texto claro sobre escuro para uma sala na penumbra, escuro sobre claro para uma sala clara, e uma cor que combine com o que sua igreja já projeta.
Ajuste para a pessoa mais distante, não para quem opera o notebook. Cada área tem seu próprio tamanho, então uma divisão em quatro continua legível.
Idiomas escritos da direita para a esquerda aparecem na tela do jeito que seus leitores esperam, não espelhados nem espremidos num layout feito para o português.
Tudo isso está incluído.
O que seus convidados veem no próprio celular, se preferirem. Sem app, sem conta, nada para pagar.
O lado de quem ouve →
Frases inteiras construídas a partir do significado, o que importa mais num telão onde todo mundo pode ver uma frase ruim.
Como ele traduz →
Nomes e lugares ficam intactos. Numa tela que a sala inteira lê, isso não é pouca coisa.
Travar uma palavra →
Quase todo idioma da lista pode ser lido como legenda, que é o que uma tela mostra. Procure os que sua sala precisa.
Encontre seu idioma →
Não. Você precisa de uma tela e de algo para comandá-la, que na maioria das salas é o notebook que já roda as músicas. Não há aparelho para comprar, nada para alugar e nenhum receptor para distribuir.
Muitas salas rodam o MulingDisplay numa segunda tela para que o projetor principal continue fazendo o que sempre fez. Se você só tem uma tela, uma área pode ficar embaixo dos slides. Conte para a gente sobre a sua sala e diremos com sinceridade o que vai ficar melhor.
Não. O MulingDisplay está incluído. É uma segunda forma de mostrar a mesma sessão, não uma segunda coisa para pagar.
Sim, ao mesmo tempo. Coloque o código de entrada numa área e quem preferir a própria tela, ou quiser ouvir com uma voz no ouvido em vez de ler, entra em poucos segundos.
Na sala, na aba Telas. Crie uma tela, depois abra Editar para escolher o layout, as áreas, as cores e o tamanho do texto. Se não aparecer na sua conta, avise a gente e ativamos com você.
Tamanho, iluminação, quantas telas, quantos idiomas. Diremos o que vai funcionar nela e configuramos com você.