Feito para os dias que não se podem repetir.

Umas bodas de ouro, uma graduação, a abertura de um festival, a sessão de segurança antes de uma corrida. Há um microfone, um público que fala quatro línguas e nenhuma segunda oportunidade. Toda a gente acompanha no telemóvel que já tem na mão, na língua em que pensa, e nada é alugado nem distribuído.

Um produto, todos os tipos de dia.

Aniversários e reuniões de família

Três gerações, dois ou três países, uma mesa comprida. Os discursos chegam às pessoas de quem falam, incluindo as que partiram há décadas e as que entraram na família pelo casamento.

Graduações e entregas de prémios

A menção é lida uma vez, numa língua, para uma sala cheia de famílias orgulhosas. Cada uma ouve o que foi dito sobre o seu próprio filho, e os nomes chegam como nomes.

Festivais e eventos culturais

Avisos do palco, boas-vindas, alterações ao programa e o aviso de segurança que ninguém se pode dar ao luxo de perder. Os visitantes acompanham nos próprios telemóveis sem que ninguém tenha de ficar numa mesa de tradução.

Dias desportivos e comunitários

Cerimónias de abertura, a explicação das regras, a entrega de prémios, os avisos entre as eliminatórias. Atletas visitantes e vizinhos que falam outra língua recebem a mesma informação ao mesmo tempo.

Reuniões de moradores e informação pública

Uma consulta municipal, uma reunião de moradores, uma sessão sobre segurança pública. As pessoas de quem a reunião trata acompanham-na na língua falada à sua própria mesa, e podem fazer a sua pergunta nela.

Lançamentos, inaugurações e celebrações

O lançamento de um produto, a abertura de uma loja, um jubileu, uma despedida. Uma noite, um palco, e cada convidado incluído, fale ou não a língua do anfitrião.

Como decorre de facto um dia único.

Preparado numa tarde na semana anterior. No próprio dia, um toque.

Deem-lhe os nomes e o programa

As pessoas que serão nomeadas do palco, o local, os patrocinadores, a vila. Colem o alinhamento na véspera. Assim as palavras que importam já são conhecidas antes de alguém falar.

Um cabo, um toque

Quem trata do som liga o microfone a um portátil e toca uma vez. O código vai no programa, no ecrã, nos bilhetes ou num cartaz à entrada.

As pessoas acompanham nos próprios telemóveis

Leem o código, escolhem uma língua e leem ou ouvem com um auricular. Ninguém recebe um recetor e ninguém tem de perguntar. Se o local tiver um ecrã, as palavras também podem ir para lá.

Nada a recolher

Nenhum recetor a contar, nenhuma caução a devolver, nenhum equipamento a embalar. Fechem a sala e vão para casa.

Feito para um palco, uma tenda e um campo de jogos.

Nomes e lugares continuam a ser eles mesmos

O casal que celebra quarenta anos, os graduados, os patrocinadores, a aldeia, o clube. Anotados uma vez, chegam intactos em todas as línguas em vez de serem traduzidos para outra coisa.

Palavras-chave →

O programa, lido com antecedência

Colem o alinhamento e os discursos que tiverem na véspera. A sessão sabe então desde a primeira frase para onde vai o dia.

Context Enhancer →

Uma nota quando as palavras não chegam

Um ditado local, uma referência a um lugar, uma piada que toda a gente que cresceu aqui percebe. Uma nota de uma linha na língua do ouvinte, discretamente, ao lado das palavras.

Smart Hints →

As palavras no ecrã grande

Um projetor, o ecrã ao lado do palco, um monitor na tenda. Até quatro línguas num ecrã, num tamanho que se lê do fundo.

MulingDisplay →

Mais do que um palco

Um palco principal e uma segunda tenda, um pavilhão e um campo. Abram uma sala para cada um com o seu próprio código, a funcionar ao mesmo tempo.

Quem não pôde vir

Alguém noutro país usa o mesmo código do público e acompanha em direto. A transmissão funciona pela internet tão bem como no campo.

Não vamos inventar um organizador e pôr-lhe palavras na boca.

Muitos sites exibem citações brilhantes de eventos que nunca aconteceram. Quando anfitriões reais nos contam como correu o seu dia, e não se importam que o digamos, as suas palavras vão para a página de histórias e para mais lado nenhum.

O que podemos dizer com clareza: isto substitui um aluguer, não uma pessoa. Um público a acompanhar um palco a meia velocidade é exatamente aquilo para que serve. Uma negociação entre seis pessoas não é.

Um dia, pago conforme o uso, e nada depois.

Um evento único funciona com créditos. Comprem o que o dia vai usar, a sala consome-os enquanto funciona, e o que sobrar fica na vossa conta para o próximo. Duas línguas ou cinco não fazem diferença: pagam pela sala a funcionar, não por quantas línguas nela há, e um segundo palco é uma segunda sala na mesma conta.

Façam o ensaio na mesma sala, para que o próprio dia não tenha surpresas. Se organizam eventos todo o ano, uma adesão inclui créditos todos os meses a uma tarifa mais baixa. Se o dia for acolhido por uma igreja que usa o MulingStream, um único passe de igreja cobre-o.

Perguntas que anfitriões e organizadores fazem

De que precisam os participantes?

Do telemóvel que já têm no bolso. Leem um código ou digitam sete dígitos, escolhem uma língua e leem ou ouvem. Sem aplicação, sem conta, nada a pagar, e podem mudar de língua a meio.

Quantas línguas podemos usar?

Tantas quantas o público precisar, de entre mais de 200 línguas e variantes regionais. Uma terceira ou quarta língua nunca custa mais do que a primeira. As línguas que podem ser faladas do palco, lidas como legendas ou ouvidas como voz variam, e a página das línguas lista todas.

Funciona ao ar livre?

O portátil na mesa de som precisa de uma ligação à internet estável; quem ouve usa os próprios dados móveis. Um campo com boa cobertura serve. Um vale sem rede não, por isso perguntem-nos antes do dia em vez de o descobrirem à entrada.

Podemos ter dois palcos ao mesmo tempo?

Sim. Cada um tem a sua sala, o seu código e a sua lista de línguas, e ambos consomem da mesma conta. Digam-nos quantos funcionam ao mesmo tempo e garantimos que a vossa conta os suporta.

Quem o opera durante o evento?

Ninguém, depois de estar a funcionar. Quem trata do som abre a sala antes de abrir as portas e fecha-a no fim. Se ninguém tratar do som, digam-nos antes e orientaremos alguém.

Podemos experimentar antes do dia?

Sim. Abram a sala no ensaio ou na passagem de som e vejam-no a funcionar antes de importar. Um ensaio usa alguns minutos de créditos, nada mais.

Falem-nos do dia.

Que tipo de dia, as línguas, mais ou menos quantas pessoas e onde. Responderemos com clareza sobre o local, e podem abrir uma sala vocês mesmos no próprio dia.

Home / Casos de utilização / Eventos