Quem viajou de mais longe não deveria ser quem menos entende.

Uma irmã chega de avião de outro país. Ela fica na primeira fileira durante as leituras, o elogio e o sepultamento, e não acompanha quase nada do que é dito sobre a pessoa que perdeu. De todos no salão, é a ela que aquilo mais se dirigia. Não precisa ser assim.

Ninguém pede ajuda em um funeral.

Em um casamento, um convidado que não acompanhou os votos pode perguntar depois. Em um funeral ninguém pergunta. O enlutado que perdeu o elogio vai para casa sem ele, e não há uma segunda vez.

Então a ajuda precisa estar lá sem que ninguém tenha que pedir, e precisa ser silenciosa. Um código no programa, um celular que já está no bolso, legendas que não fazem barulho. A pessoa ao lado nunca fica sabendo.

Um funeral tem palavras fixas, e uma errada faz mal de verdade.

O sepultamento, a encomendação, o kadish, as palavras junto à sepultura. Não são frases para traduzir de novo. A Smart Translation é ajustada ao tipo de cerimônia que está sendo realizada, então conhece a ordem, as palavras que são fixas, as que nunca devem ser encurtadas e o tom em que tudo é mantido.

Funerais na igreja, réquiem e sepultamento

As palavras de abertura, um hino, orações, as leituras, o elogio, a pregação, as orações de encomendação, o sepultamento, a bênção.

As palavras do sepultamento, “terra à terra, cinzas às cinzas, pó ao pó”, e a encomendação são levadas na redação autorizada do rito fúnebre próprio de cada idioma, nunca encurtadas. O Senhor é o meu pastor, Na casa de meu Pai há muitas moradas, Eu sou a ressurreição e a vida: as leituras chegam como as passagens que são, na Bíblia padrão de cada idioma, com uma nota dizendo de onde vêm. E nenhum consolo é acrescentado que o pregador não ofereceu. Se a pessoa está no céu, cabe ao pregador dizer.

Levaiá, hesped e kadish

A keriá, o hesped, El Malê Rachamim, o sepultamento e o kadish dos enlutados.

A liturgia em hebraico e aramaico é recitada, não falada, então é levada como recitada e uma nota ao lado dá o significado. O kadish louva a Deus e não menciona a morte, e nunca se permite que vire uma oração sobre o céu. Baruch Dayan HaEmet, zichronô livrachá, zichroná livrachá, a fórmula de condolência dita aos enlutados: fórmulas fixas, levadas como ditas, no gênero certo. Nenhum vocabulário cristão entra, nem imagens importadas do além.

Realizada depois, com muitas vozes

Tributos preparados lidos no papel, falas da plateia, fotos e vídeos descritos, a música que a pessoa amava, e um convite aberto para que qualquer um diga algo.

Cada orador mantém o próprio registro: um lê um elogio cuidadoso, o seguinte conta uma história como contaria no bar, um terceiro mal consegue terminar duas frases. Nenhum é nivelado pelos outros. O humor é o sentido desta cerimônia, e ele sobrevive, porque uma piada dita sem vida soa como frieza. Cada orador é acompanhado como realmente fala, esteja orando ou contando uma história.

Em um funeral, um erro pequeno não é pequeno.

Estas são as regras sob as quais a cerimônia é traduzida, seja qual for o ajuste escolhido.

O nome, exato

O nome da pessoa que morreu nunca é traduzido, adaptado ou trocado por um equivalente. Nem um apelido, nem o nome que a família realmente usava, nem os nomes da viúva, dos filhos e de todos os outros nomeados lá da frente.

Palavras-chave →

Os parentescos, exatos

Viúva, viúvo, deixa, o mais velho, a mais nova, por afinidade, adotivo, meio-irmão. Muitos idiomas distinguem parentes maternos de paternos, e irmãos mais velhos de mais novos, onde o idioma da cerimônia não distingue. A palavra certa é escolhida pelo contexto, e onde o contexto não resolve, usa-se a palavra certa menos específica em vez de um chute errado.

A franqueza do próprio orador

Se o orador diz morreu, não se suaviza para faleceu. Se o orador escolheu uma expressão suave, ela não é tornada brusca. Todo idioma tem as duas, e a família escolheu uma.

Datas e idades, nunca arredondadas

Anos de nascimento e de morte, a duração de um casamento ou de uma carreira, uma idade. São lidos como o registro de uma vida e preservados com exatidão.

O elogio não é um sermão

Está cheio de locais de trabalho, nomes de ruas, times de futebol, animais de estimação e piadas de família. Os nomes próprios ficam como foram ditos, e o carinho e o humor passam.

Smart Hints →

Silêncio não é fala

Quando um orador se emociona, faz uma pausa ou não consegue continuar, nada é descrito, nada é preenchido, e a frase não é terminada por ele.

Nada é distribuído, e nada é anunciado.

O código vai no programa, ou em um cartãozinho na porta. Um enlutado aponta a câmera, escolhe o idioma e lê. As legendas não fazem barulho. Se preferir ouvir, usa um fone. Ninguém se levanta, ninguém recebe um aparelho, e nada precisa ser dito lá da frente a menos que a família queira.

Quem cuida do som, a funerária, a igreja ou um parente que se vira bem com essas coisas, passa um cabo do microfone para um notebook e toca uma vez, antes de as pessoas chegarem.

Dê a ela a ordem da cerimônia, e os nomes.

Cole a ordem da cerimônia

As leituras, os hinos, quem fala e em que ordem. Colada no dia anterior, ela chega já sabendo a forma da cerimônia e as passagens que serão lidas.

Context Enhancer →

Anote a família

O nome da pessoa como a família usava, o cônjuge, os filhos, os netos, a cidade de onde era. Eles chegam como eles mesmos em todos os idiomas.

Palavras-chave →

As palavras em uma tela, se houver

Algumas capelas têm uma tela. As palavras podem ir para ela no idioma falado ou em outro, para os enlutados mais velhos que preferem não segurar um celular.

MulingDisplay →

Normalmente, não a família.

Quem organiza um funeral já tem bastante o que carregar. Na prática, é a igreja, a funerária ou um parente que abre a sala e coloca o código no programa. Se a cerimônia for em uma igreja que já usa o MulingStream, um único passe de igreja a cobre e a igreja cuida disso.

Se você é esse parente e nunca fez isso, pergunte para a gente. Vamos orientar você antes, para que não haja nada a resolver no dia.

Uma cerimônia, paga conforme o uso, e nada depois.

Um funeral funciona com créditos. A sala os consome enquanto funciona, e o que sobrar fica na conta. Dois idiomas ou cinco não mudam o preço, e uma cerimônia custa o que dura, não uma assinatura. Uma igreja que usa o MulingStream a cobre com um único passe de igreja.

Perguntas que famílias e funerárias fazem

É apropriado em um funeral?

É silencioso e é invisível. Um enlutado lê em um celular que já estava na mão, e a pessoa ao lado não fica sabendo. Nada é anunciado e ninguém é apontado. A alternativa é um parente que assiste à cerimônia sem entender nada, e um funeral não se repete.

Qual ajuste escolhemos?

O que corresponde à cerimônia: cristã, judaica, ou Homenagem para uma celebração da vida realizada depois com vários oradores. Se houver uma cerimônia na igreja e um sepultamento no cemitério, uma sala cobre os dois.

O elogio vai chegar bem?

O elogio é a parte mais difícil de traduzir em qualquer cerimônia, porque é pessoal. Nomes, lugares, piadas e o jeito próprio de falar do orador são mantidos como são. Anote os nomes da família antes e eles nunca saem errados.

E o hebraico, o latim ou outro idioma litúrgico?

É levado como recitado, e uma nota curta ao lado dá o significado no idioma do enlutado. Nunca é apresentado como se o orador tivesse dito em palavras do dia a dia.

Quem opera durante a cerimônia?

Ninguém. É aberto antes de as pessoas chegarem e fechado depois. No meio, não há nada para operar.

A família em casa pode acompanhar?

Sim. Alguém em outro país usa o mesmo código da sala e acompanha ao vivo no próprio idioma.

Alguma coisa fica guardada depois?

O áudio e o registro escrito da sala pertencem à sala e podem ser mantidos por um tempo para que uma sessão possa ser recuperada e cobrada corretamente. Exclua a sala e eles vão junto. Nada é publicado em lugar nenhum.

Conte sobre a cerimônia.

O tipo de cerimônia, os idiomas e onde será. Vamos responder com clareza e ajudar quem for preparar.

Home / Casos de uso / Funerais